Eeeeeeehhhhhh!!! É isso aí galerinha do mal! Passssseeeeeeiiiii no exame do CEFET.......iuhuuuuuuuuuuuuu....Cuiabá que me aguarde!
Por :: Giancarlo Zeni | segunda-feira, fevereiro 24, 2003 | ::
Boooooooooooooooommmm Diaaaaaaaaaa!! Tudo beeeem, não está tããão bom assim, mas e daí? O mundo está em ordem, Deus está no céu...Aliás, o céu está de um azul lindo, que eu não via há muito tempo aqui pelo Chapadão do Parecis. Estou ouvindo "IRA! -Entre seus Rins"...ô musiquinha pornográfica viu ¬¬ Bem, sem problema...existe algo melhor que a Pornografia? hehehe...
Ontem baixei ótimas fotos da Kelly Key, da Palyboy de Dezembro de 2002....vale a pena dar uma olhadinha, marmanjada de plantão.
Mas, enfim....hoje acordei meio revoltado. Mas já passou. É um motivo meio...fútil...besta...mas que não deixa de ter razão, ora! Meus pensamentos sempre têm alguma razão, nem que seja outtahere - n'um outro mundo, o MEEEUUUU mundo. Aliás, sabiam que o MEEEEUUU nick é Ego? hehehe...Bem, falando nisso, quem quiser contactar-me por ICQ fique a vontade: 6017373.
Caro Leitor...eu tenho a impressão de falar com apenas um leitor mesmo. Porque realmente é só com um que falo. Sempre que vou ver as estatísticas de visitas, o mesmo visitante: "Comite Gestor da Internet". Então eu desconfio que estou ficando íntimo de você, ó Comitê Gestor! Saiba-se lá quem sois! Mas vou fingir que escrevo para um grande público...não corte meu barato OK? Agora vou garantir mais visitas ao meu Blog (através do glorioso Google):
Pornographie, Pornografie, Pornograph, Porno, Porn, Erotic, Erotica, Sex, Sexual, Heterossexual, Bissexual, Homossexual, Gay, Male, Woman, Women, Nude, Pamela Anderson Nude, Pamela Anderson Nua, Beldades Nuas, Famouses Nude, Gostosas, Sexo.
(Eu explico. Cada vez que alguém digitar uma dessas palavras acima - ou seja, isso ocorre mtaaaaaaaaaas vzs por dia - o meu Blog aparecerá entre os resultados, sacou?)
Por :: Giancarlo Zeni | domingo, fevereiro 23, 2003 | ::
I Will Survive [Gloria Gaynor] (essa é a musiquinha que vai tocar de fundo essa semana)
At first I was afraid, I was petrified.
kept thinking I could never live without you by my side.
But then I spent so many nights
thinkin' how you did me wrong.
And I grew strong.
And I learned how to get along.
And so you're back from outer space.
I just walked in to find you here with that sad look upon your face.
I should have changed my stupid lock.
I should have made you leave your key
If I'd have known for just one second
You'd be back to bother me.
Oh now go, walk out the door.
Just turn around now 'cause you're not welcome anymore
Weren't you the one
who tried to hurt me with goodbye
Think I crumble?
Think I'd lay down and die?
Oh not I, I will survive.
Oh, as long as I know how to love I know I'll be alive.
I've got all my life to live.
I've got all my love to give.
And I'll survive.
I will survive. Hey, hey
It took all the strength I had not to fall apart.
I'm trying hard to mend the pieces of my broken heart.
And I spent oh so many nights
Just feelin' sorry for myself.
I used to cry.
But now I hold my head up high.
And you'll see me somebody new.
I'm not that chained up little person still in love with you.
And so you felt like droppin' in
And just expect me to be free.
And now I'm saving all my lovin'
For someone who's lovin' me.
Oh now go, walk out the door.
Just turn around now 'cause you're not welcome anymore
Weren't you the one
who tried to break me with goodbye
Think I crumble?
Think I'd lay down and die?
Oh not I, I will survive.
Oh, as long as I know how to love I know I'll be alive.
I've got all my life to live.
I've got all my love to give.
And I'll survive.
I will survive.
Por :: Giancarlo Zeni | domingo, fevereiro 23, 2003 | ::
Peraí, peraíii...Antes de encerrar o dia, uma pequena reflexão:
Por que todo mundo fica citando autores famosos em vez de escrever suas próprias frases?Por medo? As frases deles um dia já foram ridicularizadas e incompreendidas!
[musiquinha do Jornal Nacional...]: Boa Noite!
Por :: Giancarlo Zeni | sábado, fevereiro 22, 2003 | ::
Viram, crianças? Recebi um convite para adicionar o selo da Associação de Blogueiros do MT. E aí está!
Gostaram a Historinha gaúchesca? Se gostaram, escravam-me que mando-lhes o resto por e-mail, ou mesmo continuo a postar por cá mesmo. Ando em crises de gaúchismos, caro leitor! Para 'relaxar', aqui vai o primeiro poema de língua portuguesa:
Cancioneiro da Garvaia
No mundo non m'ei parelha
mentre me for como me vai,
ca já moiro por vós, e ai!
Mia senhor, branca e vermelha,
queredes que vos retraia,
quando vos eu vi en saia.
Mao dia me levantei,
que vos enton non vi fea!
E, mia senhor, dês aquelha
I me foi a mi mui mal, ai!
E vós, filha de don Paai
Moniz, e bem vos semelha
d'aver eu por vós garvaia,
pois eu, mia senhor, d'alfaia
nunca de vós ouve nen ei
valia d'ua correa.
Vai um site d'um bom blog: http://sersupblog.blogspot.com/
Gostei do sujeito :-) E do conteúdo também.
Beijinhos, beijinhos, tchau, tchau! Até mais ver, galerinha do mal.
Por :: Giancarlo Zeni | sábado, fevereiro 22, 2003 | ::
A uruguaia, chamada Hermengarda, anuncia pelo casarão: "Nasceu el hijo! É mui saudável e pesado!". Enquanto a mesma colocava a criança no colo da mãe, entra, eufórico, o pai. Era João Manoel Ayres Rodrigues, um dos maiores estancieiros do Taquari, mui amigo do pai de Anna Maria (por esse motivo se casaram), de antiga família do Rio Pardo (e antes disso, de São Borja). Ao entrar, logo beijou a esposa, e então tomou aos braços o filho. E nomeou o gurizinho na mesma hora: "Vai te chamar Martim Affonso, como teu bisavô. Serás Martim Affonso Alves de Campos e Teixeira Rodrigues". O pai segurou o niño por uns minutos, e Hermangarda foi dar banho na pequena porção de gente que era o gurizinho. Depois a mãe foi banhar-se também; e o pai foi à Vila para contar aos amigos as boas novas. Passaram-se uns poucos meses e o piá foi baptizado. A avó materna exigia que o hijo fosse Luterano, embora todo o resto da família fosse Católica. Manoel estava tão feliz que nem se preocupou. Foram lá em São Leopoldo baptizar o niño como Luterano. Oigalê! Que belo fora o baptizado! Os qu'estavam lá dissem que foi um dos mais belos do Rio Grande d'aquela época. Pues, ficaram três dias na Casa dos parentes alemães, e logo retornaram ao Taquari com os avós maternos e paternos, inclusive. Por lá os avôs ficaram só dous meses, e tiveram que voltar às suas estâncias no Alegrete (avô materno) e no Rio Pardo (avô paterno). Mas as avós, ah! que corujas lo eram! Ficaram n'a Estância do Valle (assim se chamava a Estância do João Manoel Ayres Rodrigues) por mais longos sete meses! Viram o niño engatinhando, falando as primas palavras, e até fazendo aniversário d'um aninho. Mas después, tiveram também que voltar, afinal, tchê, que marido fica sete meses longe da mulher? Mas não sairam d'a Estância do Valle sem antes firmar o principal compromisso de abuela: fizeram o comprometimento do gurizito com a filha de um estancieiro vizinho, muy amigo da família. A menininha se chamava Theresa Beatriz D'Ornelas Garcia, e tinha também seu um ano e alguns meses. Pobre guri! Mal nascera, já estava destinado a casar! Mas que não reclamasse: a tradição tem sido assim por séculos, desd'os primórdios de Portugal, Hespanha, e Alemanha. Restava acatar o que as Matriarcas decidiram.
Por :: Giancarlo Zeni | sábado, fevereiro 22, 2003 | ::
Taquari, Rio Grande do Sul. 15 de Março de 1829.
Era uma tarde chuvosa, e a bela estância, à beira do Rio homônimo da Vila, estava de cara fechada. Ares alegres, porém, povoavam a Casa Grande. Estava deitada n'a bela cama dourada, toda forrada de colchas e lençóis rendados e branquinhos como neve, uma jovem senhorinha, que não contava mais que 18 ou 19 anos, e tinha se casado havia uns dous anos. As horas passavam, e as dores aumentavam. Toda a vida d'aquela guria passava-lhe aos olhos, comprimidos e apertados com medo d'aquela xina que traz desgosto a que todos chamam de 'morte'. "Empurra!" - gritava a parteira, uma uruguaia, de família de poucas posses, que morava no Rio Grande já havia bons vinte anos. A guria, que se chamava Anna Maria, Anna Maria Alves de Campos Rodrigues - como sempre se apresentava, orgulhosa -, lembrava, a cada respiração, d'aquela doce infância que havia passado não havia muito tempo. Aquelas tardes polvilhadas de alegria com cheiro de chuva ou de sol, vividas tão intensamente, lá longe, no Alegrete, não abandonavam a dicta guria nunca. Lembrava-se de certa manhã, no frio inverno da fronteira, quando tinha lá seus 15 anos - não havia tanto tempo -, de si mesma sentada na enorme varanda, balançando-se na cadeira da avó, e vendo o pai - que mesmo mui rico tinha sempre a mania, virtude e defeito de fazer tudo por si só - reunir a boiada. A mãe, minutos depois, chamando para a primeira refeição. Na mesa, as cucas (coisa do povo alemão de sua mãe - que era de umas das primeiras famílias alemãs do Alegrete, chegada ainda nos idos de fins do século XVIII- , mas que não negava, era um primor), os pães, o melado, os queijos, os doces e o café. As loças, todas de porcelana, herança familiar, lembravam àquela menina e a todos os seus entes sentados n'aquela mesa de que tinham uma origem a honrar: eram os representantes e os frutos d'aqueles bravos e nobres portugueses e alemães que desmbravaram aquele Rio Grande magnífico e gigante em que viviam hoje. Parecia ter voltado completamente àqueles, tempos, corpo e alma...quando ouve a uruguaia: "Está nascendo el hijo, señorina! Empurra más que consegues!". Dor, dor e dor. Dor e embaraço. Não sabia onde estava. Mas passados alguns segunditos, ouviu o choro característico. A criança havia nascido!
[Continua...][Autoria: Giancarlo Zeni][Copyright - Todos os direitos garantidos]
Por :: Giancarlo Zeni | sexta-feira, fevereiro 21, 2003 | ::
YERUSHALAYIM SHEL ZAHAV[Ofra Haza]
Avir harim tzalul kayayin
Ve-rei'ach oranim
Nissa be-ru'ach ha'arbayim
Im kol pa'amonim
U-ve-tardemat ilan va-even
Shvuyah ba-halomah
Ha-ir asher badad yoshevet
U-ve-libbah homah
Yerushalayim shel zahav
Ve-shel nehoshet ve-shel or
Ha-lo le-khol shirayikh
Ani kinnor.
Eikhah yavshu borot ha-mayim
Kikkar ha-shuk reikah
Ve-ein poked et Har ha-Bayit
Ba-ir ha-attikah
U-va-me'arot asher ba-selah
Meyallelot ruchot
Ve-ein yored el Yam ha-Melach
Be-derekh Yericho
Yerushalayim shel zahav
Ve-shel nehoshet ve-shel or
Ha-lo le-khol shirayikh
Ani kinnor.
Akh be-vo'i ha-yom la-shir lakh
Ve-lakh likshor ketarim
Katonti mi-ze'ir bana'ikh
U-me-aharon ha-meshorerim
Ki shemekh zorev et ha-sefatayim
Ke-neshikat saraf
Im eshkakhekh Yerushalayim
Asher kullah zahav
Yerushalayim shel zahav
Ve-shel nehoshet ve-shel or
Ha-lo le-khol shirayikh
Ani kinnor.
Hazarnu el borot ha-mayim
La-shuk ve-la-kikkar
Shofar kore be-Har ha-Bayit
Ba-ir ha-attikah
U-va-me'arot asher ba-selah
Alfey shemashot zorhot
Nashuv nered el Yam ha-Melah
Be-derekh Yeriho
Yerushalayim shel zahav
Ve-shel nehoshet ve-shel or
Ha-lo le-khol shirayikh
Ani kinnor.
Por :: Giancarlo Zeni | sexta-feira, fevereiro 21, 2003 | ::
Por Zeus! Já são 06 dias desd'o úlptimo Post. Mas também pudera: ando sem inspiração. Sem inspiração...Poderia eu usar estas 'páginas' para contar minha vida. Mas o que há de interessante nela? Nunca usei drogas, nunca me prostituí, nunca vivi grandes aventuras, nunca fiz maluquices, nunca fiz maravilhosas declarações de amor. O que posso dizer? Que sou uma lenda-viva d'esta cidade onde moro?Óh! Que interessante! Tu, leitores, vais me achar esnobe, além de tudo. Saibam que a maior loucura que já fiz se resume em ingerir alcool etílico em grandes quantidades. Cousa normal! Viu?Não há nada de interessante; minha vã existência é povoada apenas por fantasmas. Noctium Phantasmata. Gostas de música, ó Leitor? Escuta então Therion - Asgard (música Asgard, do grupo Therion). Ou escuta ao som do silêncio! Falando em som do silêncio, só depois de pagar os R$ 31,70 no CD The Least Worst Of, do Type O' Negative, é que verifiquei que a primeira faxa (ou seja lá como se escreve isso) tem 00:39 segundos de SILÊNCIO...Puro SILÊNCIO. O nome é: The Misinterpretation Of Silence And Its Disastrous Consequences [Wombs and Trombs Mix]. Pous, verão as consequências desastrosas quando eu fazê-los engolir estes 39 segundos de "zzzzzzzzzzz".
Segunda-feira sai o resultado do meu exame p/ o CEFET-MT...será que passei? Ah! A estas alturas nem mais me preocupo. Encontro também alguns bons motivos para permanecer onde moro atualmente. Infelizmente não posso citá-los pois há pessoas de minha convivência real que lêem este Blog. Mas, caro leitor, se tu quiseres sabê-lo, escreve-me: emrys_druida@yahoo.com.br De preferência elogie meu blog também :-) Afinal, quem nunca viu e nunca se indentificou com gifs pirlimpimpantes do tipo: "Eu S? Meu Blog" (Detalhe: S? = um coração. Isso é coisa que se aprende no mIRC hehehe). Beijinhos, crianças. Por hoje é só.
Por :: Giancarlo Zeni | sexta-feira, fevereiro 21, 2003 | ::
Crianças, tio Giancarlo precisa de uma SK8er girl. Precisa retornar à Curitiba. À civilização. E depois de meia hora, uma hora ou talvez cinco horas de amassos, talvez assistir uma ópera. Depois, ir a um show do Shaman ou do Within Temptation...ouvir todo o CD do Inkubus Sukkubus. Conseguir trazer à mente novamente a sensação da liberdade; conseguir trazer novamente ao punho o poder de prender você, leitor, adorável leitor, às minhas palavras. O poder de conseguir imaginar o mundo girando em torno do papel e da caneta; papel gramatura grossa, ou fina, e uma caneta pequena e fininha de assinar cheque...Uma bela agenda com capa de madeira revestida em coro vermelho...talvez algumas inscrições: AGENDAE IOAHNIS CAROLUS ZENII...em dourado. As letras de dentro, todas em uma bela paleografia portuguesa do século XVI, em itálico. Delírios! Quantos delírios não povoam esta mente avulsa que passa o dia a sonhar. Numa única e maldita aula de matemática consigo passear desd'os tempos célticos até os mais modernos e atuais mangás - os quais sempre tenho em três edições consecutivas dentro do fichário (para 'emergências'). Estava dizendo à uma amiga estes dias...acho que vou virar um xamã. Vou embora para as Montanhas Rochosas...Serei um Pajé. Usarei roupas brancas de coro e uma camiseta toda coloridaça por baixo do colete da mesma cor, bem ao estilo hippie. Providenciarei um cajado, um cocar e um colar de penas e dentes [de animas]. Minha casa será a Terra, minha banheira o Rio, meu teto o Céu, e minha cama o Vento. Bá, chega de sonhar acordado por hoje...um apartamento bem-imobiliado está bom.
Por :: Giancarlo Zeni | sábado, fevereiro 15, 2003 | ::
Finalmente, é Sexta-Feira! Não mais agüentava a semana. Tão inútil e fútil em toda a sua essência. Hoje o dia fora triplamente bom. Muitos mangás, apreciação de certa pessoa, e a recepção de três livros (que compõem o célebre Nobiliário da Ilha da Madeira) de 1948, adquiridos na semana passada. Genealogias das mais nobres personas naturais de tal Ilha! Antepassados dos Acciaioly, dos Cabrais e Cabrais Velhos (os mesmos do nosso Álvares Cabral), do nobre Jerônimo d'Albuquerque, o Adão pernambucano, gerador de grande parte da nobreza e aristocracia nordestina, bem como de Hierônimo d'Ornellas Menezes [e Vasconcellos], O Sesmeiro do Morro de Sant'Anna, antepassado da nobreza e aristocracia gaúcha. Ainda temos antepassados de Manoel da Borba Gatto, Fernão Paes Leme, etc, os "Bandeyrantes de Sam Paollo".
Sobre a dita cuja pessoa, é uma admiração mui abstrata. Quase indefinida. Não é 'amor', nem 'paixão' nem nada que se assemelhe, mas sim uma sensação de familiaridade. Poderia passar horas e horas, talvez dias e noites, apenas olhando-a. Poderia cantar em sueco ou finlandês, de Vintersorg a Nightwish, ou mesmo declamar em élfico. Mas dentro de meus pensamentos, achando na Literatura, na Arte e no Sonho, na Música ou no Universo, a inspiração para seguir. Seguir apenas vendo-a, vendo-a, vendo-a. Como fosse uma irmã em outra vida: é o que sinto. Sentir, sentir e sentir: o grande defeito do ser humano. Deveríamos ter sido feitos apenas para pensar. Pensar e imaginar apenas em nosso mundo. Cada qual vivendo a sua própria realidade e Galáxia, um Universo isolado e próprio. Acho que estou 'violando as regras', pois assim faço...Apenas observando o que está por fora.
Por :: Giancarlo Zeni | sexta-feira, fevereiro 14, 2003 | ::
CANTO DE CLÃ
Gênero: toada
Letra; Aparicio Silva Rillo
Música: Mário Barbará
Morre o pai e fica o filho
Morre o filho e fica o neto
E o sangue não se perdeu.
Da raiz rebrota a rama,
Da rama a flor e a semente
Isso é com planta e com gente,
Sei que você me entendeu...
Quem morre pensa que morre
Mas quem deixa descendência
Nos seus filhos renasceu
É campo nas invernadas
Das sesmarias cortadas
Mas foi terra e será terra
Sei que você me entendeu...
Homem é xerenga campeira
É cabo, é ferro e bainha
Como qualquer aprendeu
Perde o fio, se destempera,
Mas como nova se paira
Quando é passada na chaira
Sei que você me entendeu...
É laço, argola e presilha
Trindade numa unidade
Que a mão gaúcha prendeu.
Rompe a corda e se ramalha,
Mas no remendo dos tentos
De novo canta nos ventos
Sei que você me entendeu...
Por :: Giancarlo Zeni | quinta-feira, fevereiro 13, 2003 | ::
Te Lucis Ante Terminum
Te lucis ante terminum,
Rerum Creator, poscimus,
Ut solita clementia
Sis præsul ad custodiam.
Procul recedant somnia,
Et noctium phantasmata;
Hostemque nostrum comprime,
Ne polluantur corpora.
Præsta Pater omnipotens,
Per Ieusum Christum Dominum,
Qui tecum in perpetuum
Regnat cum Sancto Spiritu.
Por :: Giancarlo Zeni | quinta-feira, fevereiro 13, 2003 | ::
"Só se une o que se opõe; é do diverso que brota a mais bela harmonia... É mudando que repousa... A vida e a morte, a vigília e o sono, a mocidade e a velhice são, no fundo, uma e a mesma coisa. Uma transforma-se na outra e esta volta a ser o que era primeiro. Se alguém me escutou, não a mim, mas ao meu logos, então sentirá que é sábio afirmar que todas as coisas são uma".
Por :: Giancarlo Zeni | quinta-feira, fevereiro 13, 2003 | ::
Férias Parte II - A Missão.
O Ano novo foi passado na casa da minha tia. Foi bom. Mas familiar demais pro meu gosto...Enfim. Dia 05, eu acho, voltamos para casa. E meus pais viajaram, para Maresias/S. Lourenço (onde temos casas, em ambas praias). Passaram por lá uns 15 dias, os quais eu usei muiiiito bem, "solito" em casa. Bagunça, bagunça, internet, internet, guloseimas, guloseimas, desregulando o relógio biológico (dormindo de manhã e acordando à tarde)...enfim, essas cousas que são de praxe. Quando chegaram, passamos uns dias na cidade, e fomos para Cuiabá...Mas passamos mais tempo no Lago do Manso do que em Cuiabá mesmo. O dito Lago é frequentado pela "high society" mato-grossense - todos amigos de meu estimado pai (grande b*sta...) - e é abarrotado de lanchas e iates. Enjôei de iates e água! ENJOEI! Mas, enfim, conheci uma desembargadora-cantora muito legal, e minha nova 'paixão de verão'...Diana....Diana......Diana...............Dianaaaaaaa........que cousa...:-/ Por hoje é só. Estou sem vontade de escrever divagações filosóficas e afins. Buenas tchê!
Por :: Giancarlo Zeni | quarta-feira, fevereiro 12, 2003 | ::
Sobre Curitiba...o falado no outro post...Bem, infelizmente não mais para lá irei. Fiz o teste do CEFET-MT para o Ensino Médio, e caso passe, passarei a morar em Cuiabá com uma tia, irmã de meu pai. Cuiabá não é a 8ª Maravilha do Mundo, "mãããs" é melhor qu'esta cidade onde actualmente vivo. E, enfim, depois de tanto tempo sem postar, resta contar o que se passou nas férias e tudo mais...
Saí daqui [Campo Novo do Parecis-MT] dia 19, ou 21, não me recordo, em direção ao deteriorado interior paranaense. Já é parte do roteiro típico familiar de fim de ano: passar ao menos 1 semana na casa de um irmão da minha mãe, na cidade de "Capitão Leônidas Marques" (nossa família é tão raizada lá que a cidade leva o nome de um primo de meu bisavô). Mas depois que minha avó faleceu, não gosto mais de ir àquele lugar...é triste. Nunca muda...típica cidade antiga. E depois d'estes 5 dias lá, seguimos para Curitiba. Uma tortuosa noite viajando de ônibus - Graças aos Deuses que era leito. Chegando lá, como sempre, nos hospedamos na casa de uma tia de minha mãe, Yolanda, mas qual não nos foi a surpresa em saber que ela saiu de sua cobertura no Alto da XV e mudou-se para a SANTA FELICIDADE!!! Aquele lugar é movido à italianos bebedores de vinho e comedores de queijo. Um legítimo colonião. Distante 14km do Centro. E lá estava eu uma tarde, ouvindo Enya para tentar esquecer que estava naquele lugar mais feio do que a cidade em que moro, e de repente me lembro pra ligar pra Erika Metternich. E estava todo o pessoal de Hibernia (a micronação) reunido...tínhamos marcado um encontro no fim do ano. O pessoal do RJ e o Imperador, de SP, compareceram. E claro o pessoal de Curitiba. Mui bién: falei com Erika, e marcamos algo, que después não deu certo. Mas o que o ocorreu foi que acabaram indo me buscar: a Vivian, o Ed e a Erika. Não conseguiram achar a dicta cuja casa, no que minha prima Lia me levou ao "Posto Ricardão" onde os dictos cujos esperavam. Fomos para o Shopping. Conversas, piadas, bicadas, fotos, e...o pior...os Malditos Ursinhos do Inferno, criaturas medonhas, robôs imitando ursos, que cantavam canções de natal! Na hora de ir embora, não conseguíamos achar a casa da minha tia...passamos duas vezes na rua, na segunda eu localizei a casa pois minha prima esperava na frente (só de camisola hehehe)...Enfim, foi isso. A única parte boa das minhas Férias Parte I. Continua...
Por :: Giancarlo Zeni | quarta-feira, fevereiro 12, 2003 | ::
Aqui vão alguns posts antigos que não consegui publicar:
12/15/2002 5:05:28 PM | Giancarlo Zeni]
Eis que já é Sexta-Feira. Assisti hoje ao filme "Os Outros". É fraco. Mas sua filosofia faz certo sentido. Me lembra a época em que li "O Mundo de Sofia" e entrei em crise existencial. A Teoria de Berkeley...tão conturbada, tão ilógica, mas, tão lógica. O mundo material não existe. Tudo são impressão criadas pelos pensamentos, sentidos e sentimentos. Impressões que são mantidas pelo consciente grupal, e tomadas como realidade. Se formos analizar em um primeiro momento, é algo totalmente maluco, sem nexo. Mas num segundo momento, parece fazer sentido em algumas cousas. Talvez seja mais ou menos assim. O mundo material é monótono, não causa sentimentos, nem provoca os sentidos. Apenas está lá, estático. Nisso entra a mente - e talvez a alma - onde os pensamentos captam toda esta "estaticidade" através dos sentidos, transformando em impressões, e "transformado" o que é totalmente inanimado em coisas animadas [digo animadas, no ponto de vista literal, o oposto a inanimadas]. Talvez seja isso. Talvez não seja. Eu vivo criando teorias nas quais não acredito...Poucos tenho nas quais acredito piamente. E estas, bem, estas são secretas.
Mas acho que não é esse o tópico e motivo principal pelo qual escrevo hoje. Hoje é mais um ponto de evolução. Farei d'este blog o meu psicanalista virtual, cujo conteúdo das análises ficará aqui registrado para que quem quiser, leia. Comecemos [ou melhor, Commencez la session!]. Consegui finalmente sair da "pain" (não descubri como seria isso em português para expressar todo o sentido que tem em inglês) em que me encontrava. Abrir meus olhos para um mundo que é multicolorido. Saber que no fundo de cada medo tem uma esperança. Que no fundo de cada túnel, sempre tem uma luz - já é de praxe. Enfim, que Deus Está no Céu, e o Mundo está em paz (não me lembro onde vi essa frase...mas a adorei. Acho que li em algum número de "Neon Genesi's Evangelion" hehehe...). "Por hoje é só, pessoal."
[12/15/2002 5:11:14 PM | Giancarlo Zeni]
Hoje recebi uma notícia um tanto intrigante. Meus pais me chamaram pra conversar com eles. Fiquei gelado, pensando que receberia castigo por algo que fiz [ou não fiz]. Mas bem, a conversa não teve esses rumos. Me fizeram uma proposta: eu iria estudar em Curitiba. Faria todos os cursos que quisesse, teria o melhor colégio. Mas teria que tirar ótimas notas, para poder ir num Intercâmbio do Rotary Club no ano seguinte [2004]. Bem, eu aceitei. Não creio que tenha feito a escolha errada, mas algo de estranho se passa comigo. Não estou pulando de alegria, como estaria outrora. Mas não estou "triste" com a decisão. Morno. Será bom para meus estudos e para minha atividade cultural morar num lugar como Curitiba. Mas, bem. Meus amigos...deixarei tantos para trás. Deixarei esta cidade onde sempre vivi. E deixarei algumas "promessas" para o futuro breve. Mas quem se importa? Deito agora nas mãos de Gaya, e deixo que Ela me leve. Aceitarei todos os seus desígnios...e veremos onde irei parar. Creio que será uma boa jornada.
Por :: Giancarlo Zeni | quarta-feira, fevereiro 12, 2003 | ::