Que os fiéis leitores (eles existem?) me perdoem; mas preciso fazer algo pelo bem do Merchandising!
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Acho que só assim já apareço mais no Google...he he he he...
Me desculpem...mas ando desanimado com esse contador bobo!¬¬
Bacci.
Por :: Giancarlo Zeni | terça-feira, janeiro 13, 2004 | ::
Caríssimos & Fraterníssimos,
Eis que me pergunto: qual a utilidade pública d'eu escrever pessoalidades? Quão estarei contribuindo para algo escrevendo aqui minhas próprias lamúrias? Edgard acaba de me dizer, por ICQ (meu ICQ UIN é 60173373), que amanhã eu acordasse e não mais pensasse no que me desagrada. Vou tentar, so hard. Quiçá de um relaxamento, uma entrada "de pé direito" em 2004, não me garanta um ano melhor que o fracassado, mas Graças a Deus já passado, 2003.
Bacci.
Por :: Giancarlo Zeni | sábado, janeiro 10, 2004 | ::
Ave! Césares e Cesarinas,
Que saibam quão inúteis têm sido meus dias - ó tédio, quisera eu eliminar-te! ¬¬
Quando não de tédio, meus parvos dias têm sido de agitações tão negativas quanto possam ser tempestades nebulosas. Não me prendo a estas negatividades e apatias afins. Me sinto, como todo homem (em sentido universal da palavra), refém de meus sentidos e sentimentos. Os sentimentos, do alto de sua presunção, sentem-se alheios à razão. Triste. E os sentidos conspiram, e vêem, e sentem, e ouvem, e gustam, somente o que os sentimentos lhes propiciam. Triste, tristíssimo. E a própria razão sede uma parte de si à esta conspiração. Sou refém, sou prisioneiro de minha própria sombra.
Bacci.
Clocks[Cold Play]
Lights go out and I can't be saved
Tides that I tried to swim against
Have brought me down upon my knees
Oh I beg, I beg and plead
Singing
Come out of things unsaid
Shoot an apple off my head
And a trouble that can't be named
A tiger's waiting to be tamed
Singing
You are
You are
Confusion that never stops
The closing walls and ticking clocks
Gonna come back and take you home
I could not stop, that you now know
Singing come out upon my seas
Curse missed opportunities
Am I a part of the cure
Or am I part of the disease
Singing
you are, you are
You are, you are
You are, you are
You are, you are
And nothing else compares
And nothing else compares
And nothing else compares
And nothing else compares
You are, you are
Home, home where I wanted to go
Home, home where I wanted to go
Home, home where I wanted to go (you are)
Home, home where I wanted to go (you are)
Por :: Giancarlo Zeni | sexta-feira, janeiro 09, 2004 | ::
Malchik Gay [t.A.T.u]
Malchik gay
Malchik gay, malchik gay
Malchik gay
Malchik gay, malchik gay
Malchik gay
Malchik gay
Handsome
Tender
Soft
Why do you look right through me
thinking
"No"
I can't deny my feelings
Growing strong
I try to keep believing
dreaming on
And every time I see you
I crave more
I wanna pull you closer
closer
closer
closer
but you leave me feeling frozen
Malchik gay
Malchik gay
I can be
all you need
Won't you please
stay with me
Malchik gay
Malchik gay
Apologies, might-have-been's
Malchik gay
Malchik gay
can't erase what I feel
Malchik gay, gay
Malchik gay
Malchik gay
Ckoking
Back emotion
I try to keep on hoping
for a way;
a reason for us both to
come in
close
I long for you to hold me
like your boyfriend does
and though my dream is
slowly fading
I wanna be the object
object
object
object
of your passion but it's hopeless
Malchik gay
Malchik gay
I can be
all you need
Won't you please
stay with me
Malchik gay
Malchik gay
Apologies, might-have-been's
Malchik gay
Malchik gay
can't erase what I feel
Malchik gay, gay
Malchik gay
Malchik gay
Malchik gay
I can be
all you need
Won't you please
stay with me
Malchik gay
Malchik gay
Apologies, might-have-been's
Malchik gay
Malchik gay
can't erase what I feel
Malchik gay, gay
Malchik gay
Malchik gay, malchik gay, malchik gay
Malchik, malchick
Malchik gay
Malchik gay
I can be
all you need
Won't you please
stay with me
Malchik gay
Malchik gay
Apologies, might-have-been's
Malchik gay
Malchik gay
can't erase what I feel
Malchik gay, gay
Malchik gay
Malchik gay
Malchik gay
I can be
all you need
Won't you please
stay with me
Malchik gay
Malchik gay
Apologies, might-have-been's
Malchik gay
Malchik gay
can't erase what I feel
Malchik gay, gay
Malchik gay
Por :: Giancarlo Zeni | domingo, janeiro 04, 2004 | ::
I'm back
Ladies and Gentlemen...Finally i'm baaaack. Depois de um longo e interrupto Inverno, afastado do mundo bloggístico, estou de volta. Não sei por quanto tempo, mas isso não importa. Importa o presente: o futuro é continuação. Mas, enfim, vamos aos fatos e acontecidos.
Dia 18/12 foi o último dia de aula em 2003 (depois a bateria recomeça em 19/01 e vai até 13/02, recomeça em 08/03 parece). Tivemos o já clássico e usual Amigo Secreto. Ou Amigolate, como chamaram em minha sala de aula - pelo fato óbvio de ter sido Amigo Chocolate. Tirei uma menina especial. Comprei chocolates bons, todos que ela gostava. Declamei Iracema, do José de Alencar, na hora de descrever meu 'amigo secreto'. Ela com certeza adorou. Mas depois vi uma cena que fê-la desmerecer tudo. Óh Deuses, quã injustiça.
Dia 19, vim seco e sedento para a casa de meus pais, em Campo Novo (interior do Estado). É uma maravilha! Nada de economia de $, nada de fazer serviço, nada de brigas, nada de ônibus, nada de calor, computador 24h por dia...maravilha! Pena que logo acaba :-(
Enfim, todas as experiências que passo com certeza têm um porquê, e me fazem ver novos horizontes.
Um poeminha pra vocês...Bacci per tutti!
POEMAS PARA A AMIGA[Affonso Romano de Sant'Anna]
Fragmento 1.
Tu sempre foste una
e sempre foste minha,
ainda quando a cor e a forma tua se fundiam
com outra forma e cor que tu não tinhas.
Por isto é que te falo de umas coisas
que não lembras
nem nunca lembrarias
de tais coisas entre mim e ti
ainda quando tu não me sabias
e dividida em outras te mostravas
e assim dispersa me ouvias.
Tu sempre foste uma
ainda quando o corpo teu
com outro corpo a sós se punha,
pois o que me tinhas a dar
a outro nunca o deste
e nunca o doarias.
Por isto é que te sinto
com tanta intimidade
e te possuo com tanta singeleza
desde quando recém vinda
ostentavas nos teus olhos grande espanto
de quem não compreendia
a antiguidade desse amor que em mim fluía.
Obs.: Affonso Romano de Sant'Anna é poeta fantástico da actualidade.
Por :: Giancarlo Zeni | domingo, janeiro 04, 2004 | ::