City of Angels
Well, depois de um ano canídeo em Cuiabá, finalmente estou de férias em casa (ainda temo ter ficado de Exame - não recebi meu boletim ainda). Cosa linda, no más. Óh, Campo Novo! Deus aqui plantou toda a beleza nos céus, e por vezes a melancolia rega os campos com lágrimas de nuvem.
O lar paterno é algo incomparável. Fantástico. Sempre que retorno uma sensação de paz toma conta de mim. Tudo é melhor longe do caos infernal de Cuiabá. Cidade horrível!
Tendo, enfim, chegado na terça-feira, ainda no mesmo dia assisti um filme que há muito me instigava - City of Angels (Cidade dos Anjos, para os nacionalizadores). Trailers, sinopses, resumos - tudo que atraía irremediavelmente!
Finalmente assisti. Simplesmente fantástico!
O filme é dotado de tamanha poesia que transforma em beleza a selva de pedras de Los Angeles (sic). Nesse cenário desenvolve-se uma história nobre e intensa. Intensidade! Ei-lo o segredo!
Intensidade não significa, de modo algum, viver a vida de modo inconseqüente. Intensidade a mim se apresenta como profusão de emoções e sensações, de impressões e sentimentos. Ach ge! Tudo isso manifesto de modo externamente sutil mas provocando uma tempestade interna. Sim, exato! Óh, idéia! Lapidarei-te.
Por :: Giancarlo Zeni | sexta-feira, dezembro 10, 2004 | ::
Les printemps de ma vie
Deixo o silêncio. Ele dirá tudo que se precisa ouvir.
O silêncio. Somente ele. Do silêncio a vida, pr'o silêncio a morte.
A percepção da realidade é silensiosa. Qualquer som é mera partícula do ato maior em que nos inserem.
Em que nos inserimos. Cena!
Felicidade e beleza. Horror e tristeza.
Ira e complacência.
Calma e impaciência.
O que é o silêncio?
Ecos do silêncio ressonam em minha mente. Silêncio-êncio-êncio-ên...ci...o...-ê...n...c...i...o
Batem nas paredes de meu mundo e derrubam minha ilusão.
Um passarinho canta e, de repente, eu volto a viver.
Por :: Giancarlo Zeni | quarta-feira, dezembro 08, 2004 | ::