domingo, dezembro 11, 2005


Busco desesperadamente o sentido de viver; e enquanto ele não me aparece, e enquanto não tenho-me por apto a designá-lo eu próprio, passo meus dias enrolado com leituras, músicas e gentes. Os humanos são meu grande paradigma. Quem somos? Por quê? Pra quê? Onde? Como? Ãhn?


Considero muito as pequenas e delicadas belezas; é nos pequenos gestos que as grandes almas s'encerram, alguém já disse.
Gosto muito de ler e de conversar. Acho que é mais ou menos por aí que a gente vai vendo quem é... Não deixa de ser curioso: é nos outros que nos descobrimos.


Quero cumprir o propósito que cabe na Terra - a busca da beleza, da felicidade, da amizade, do altruísmo... É tudo muito complicado, muito idealista...mas é no que acredito. O pouco que acredito. Faria muita diferença se você compartilhasse comigo.


Não nos atenhamos ao cenário: encenamos a mesma peça há muitos milênios. Tudo que muda, muda só na aparência - diz o gaúcho grosso lá da fronteira, que em nada deve ser muito pior que o sujeito refinado lá de Paris. Na nossa peça milenar, os mesmos atos têm espaço, e às vezes a encenamos tal qual comédia, outras vezes como tragédia. Que diferença? Reafirmo, caro amigo, que só muda o cenário. E desse cenário eu já cansei, dessa peça eu já cansei.


Vamos fazer uma outra peça?

Não hesite em me contactar.


Por :: Giancarlo Zeni | domingo, dezembro 11, 2005 | ::





Por :: Giancarlo Zeni | domingo, dezembro 11, 2005 | ::



sexta-feira, dezembro 09, 2005

Ah, Moleque! (Molejo)

Não é brincadeira amor
É serio, tá na cara
Quando sinto o teu calor
Desperta tanta tara

Estou na terra, estou no céu
Rumo ao infinito
O que rola entre nós dois paixão
Não há nada mas bonito não

Esse teu jeitinho de amor a toda hora não faz mal
Esse teu carinho de encher a minha bola é legal
Fico todo derretido amor
Em ouvir você falar

Ah! Moleque, Ah! Moleque
Eu sei que você veio nesse mundo pra me dar prazer
Ah! Moleque, Ah! Moleque
Você um dia desse com certeza vai me enlouquecer


That's it, really! *~

Por :: Giancarlo Zeni | sexta-feira, dezembro 09, 2005 | ::





Do Blog Uva na Vulva

Por :: Giancarlo Zeni | sexta-feira, dezembro 09, 2005 | ::



segunda-feira, dezembro 05, 2005

Direito a viver. É só o que peço.
Não quero que me ensinem, não quero que me ajudem, não quero que resolvam por mim, não quero que evitem que eu quebre a cara, não quero que me poupem de nada.
Quero tão somente o direito de viver. De fazer tudo conforme acredito e concebo.
Não quero que me segurem a mão ou me levem no colo!
Quero mais é que me deixem ir sozinho, mesmo que eu caia. Depois eu levanto.
Se precisar de ajuda pra levantar, aliás, eu chamo - não precisa vir correndo.
A maior contribuição que o homem pode dar pra sua felicidade é olhar mais pra própria vida e menos pra do vizinho. Em termos cientificistas, espirituais, filosóficos e o escambau a quatro isso é superar o egoísmo, promover a reforma íntima, sublimar-se. Mas a sabedoria popular resume tudo numa profícua frase: CUIDA DA SUA VIDA, CACETE!
É proibido proibir. Nisso insisto.
Vem a desculpa..."Quem ama não quer ver sofrer".
Então por que prende?
Quem ama liberta.
Quem ama deixa amar.
A mãe separada (que não é nem tem que ser super-heroína, que não tem que viver só pelos filhos),
o filho gay (que não é menos humano nem menos normal que você),
o irmão retardado (que certamente é melhor que você em alguma coisa - dizem que os retardados são ótimos filósofos, do topo de seu simplismo),
a cunhada piranha (cada um escolhe quantos e como ama...),
o primo nerd (a modalidade do amor esculpida por Platão é das mais belas, ainda),
...
...você (enfie aqui neste entre-parêntesis o que você tem de pior e descubra que nem por isso você deixa de ser gente, deixa de ter direito a viver e a amar).
Não proíba que se ame, não proíba que se viva. É o único e maior e mais horrendo dos crimes e pecados contra Deus e os homens e você mesmo e o Tempo e os séculos dos séculos de toda a vastidão Universal.
Viva e deixe viver, ame e deixe amar, saiba e deixe saber, entenda e deixe entender.
Vazio. E deixe vazio.
Ou cheio.
Mas não encha o meu, tá bom?

Por :: Giancarlo Zeni | segunda-feira, dezembro 05, 2005 | ::





Giancarlo M. Zeni. Rio de Janeiro-RJ. Neo-liberal, privatizador, italiano carcamano, meio-libertário-meio-positivista, hierárquico, disciplinador, autárquico, culturalmente preconceituoso, tijucano, meio-frio-meio-passional. E muito mais.

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